O que é dislexia?

A dislexia é uma dificuldade de leitura e escrita que pode afetar também a percepção dos sons da fala e se manifesta inicialmente durante a fase de alfabetização. É uma condição de aprendizagem de base genética, ou seja, tem natureza hereditária. Existem vários genes envolvidos nesta condição e pesquisadores no mundo todo estão trabalhando para identificar quais são esses genes.
A dislexia consta da Classificação Internacional de Doenças (CID) que descreve suas características e sintomas. Entretanto, o Instituto ABCD prefere abordá-la como um transtorno de aprendizagem persistente e inesperado, pois a criança não apresenta deficiências intelectuais nem sensoriais. As dificuldades podem ser minimizadas utilizando-se métodos pedagógicos alternativos, que se adaptam às dificuldades e necessidades da criança.

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Artigos interessantes sobre discalculia e dislexia!

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Discauculia

 

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Analfabetismo entre adolescentes brasileiros atinge 1,1 milhão

Em várias cidades do Brasil, 50% da população de adolescentes é incapaz de ler e escrever até mesmo um bilhete simples, mostrou um relatório com dados sobre a adolescência brasileira.

Segundo o documento, Situação dos Adolescentes Brasileiros, divulgado nesta quarta-feira pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância país  mais de 1,1 milhão de adolescentes analfabetos e cerca de 8 milhões com baixa escolaridade.

O Estado com o pior índice de alfabetização do país é Alagoas, onde 18% dos 403 mil adolescentes com idades entre 12 e 17 anos são analfabetos.

No município de Porto Pedras -litoral, por exemplo, 34,7% dos adolescentes não são alfabetizados.

No ranking das cidades brasileiras com os piores índices estão, além das Alagoanas, aquelas localizadas na região Norte. Em Itamarati, no oeste do Amazonas, quase metade da população (49,4%) de adolescentes não sabe ler e escrever.
“O problema na Amazônia  é diferente, é mais pelo acesso difícil”, explicou Reiko à Reuters. Segundo ela, em alguns lugares, pode-se levar até três dias para chegar à escola mais próxima. “Como estudar nessas condições?”, pergunta.

Santa Catarina, no outro extremo do país, é o Estado que tem o menor índice de analfabetismo: apenas 1,3 % dos 635,5 mil adolescentes não são alfabetizados. Em Piratuba, uma cidade com 5,8 mil habitantes no oeste do Estado, 100% dos adolescentes de 12 a 17 sabem ler e escrever, indicou o estudo, cujos dados foram coletados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística exclusão social.

A representante do fundo chama atenção para o fato de que, apesar de o país ter 91,7% de adolescentes de 12 a 17 matriculados na escola, apenas 33,3% dos adolescentes entre 15 a 17 anos cursam o Ensino Médio (que deve ser cursado até os 17 ou 18 anos).

“Isso significa que temos 70% de adolescentes fora da escola ou matriculados ainda no ensino fundamental”, disse.

De acordo com os dados do Unicef, somente 11,2 % dos adolescentes de 14 e 15 anos concluíram o ensino fundamental.
“O governo  atual tem muito do que se orgulhar por ter quase universalizado o acesso à matrícula. O desafio do próximo governo será dar continuidade ao processo e melhorar o rendimento escolar”, disse Reiko.

Na opinião de Reiko, “não há uma fórmula de integração do jovem”, ao contrário, a adolescência brasileira é marcada pela diversidade das regiões onde vivem. “São necessárias políticas (públicas) coordenadas no âmbito nacional, mas com enfoque regional, para que possam atender às necessidades locais”.

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